José Maria de Mendonça Júnior, Coronel de Cavalaria do Exército Português.
Vivência Militar: Portugal, Angola, França, Alemanha, Macau e Timor.
Condecorações:
Serviços Distintos e Relevantes Com Palma, De Mérito, Avis, Cruz Vermelha, De Campanhas.
Vivência turística: Madeira, Açores, Espanha, Baleares, Canárias, França, Alemanha, Inglaterra, Italía, Suiça, Malta, Brasil, Paraguai, Marrocos, Moçambique, África do Sul, Zimbabwe, Indonésia, Singapura, Austráia, Filipinas, China.
Idiomas: português (de preferência), Espanhol, Francês, Inglês.
Com o fim de dinamizar a solidariedade através de comparticipação de cidadãos com inesquestionavél integridade de caracter.
Esta tese é enviada por http://senadonews.blogspot.com/ podendo ser correspondida pelo e-mail senadonews@gmail.com ou pelo correio postal: União Ibérica, Av. Bombeiros Voluntários, 66, 5º Frente, 1495-023 Algés, Portugal; Tel: 00 351 21 410 69 41; Fax: 00 351 21 412 03 96.
Pesquisá pelo google.pt ou pelo sapo.pt
MISCELÂNEA (II)

(*) Mendonça Júnior
Tem esta epígrafe coligir escritos, em termos de perguntas à publicitação de opiniões, de acordo com o devido respeito pela nossa actual vivência democrática.
9 – Não seria do maior interesse sabermos o que está oficialmente legislado sobre o tempo que medeia entre os programas televisivos e as suas interrupções publicitárias que por vezes chegam a ser superiores a 12 minutos exasperando o mal-estar dos telespectadores?
10 – Porque não avançar sem “o não” da Irlanda, a grande beneficiária dos fundos estruturais onde 700mil pessoas decidiram do rumo de centenas de milhões, – como outros que não estão interessados a entrar para a União Europeia sejam quais forem as suas razões, – só com os europeus que quiserem aderir ao Tratado de Lisboa?
11 – A qualidade de vida, a auto-estima e o orgulho nacional, não seriam muito mais enaltecidos pela a nossa Comunicação Social – través de um global consenso entre os seus agentes, jornalistas e comentadores – se cada notícia deprimente envolvendo a Nação fosse geminada, em igual espaço e tempo, com outra distinta e relevante da vivência portuguesa no Mundo?
12 – Depois do 25 de Abril, como relevar novamente ao mais alto nível os valores tradicionais da bandeira, hino e raça – o que sucedeu somente em efémeras e delirantes manifestações patrióticas nas populações lusas de todas as classes sociais por esse mundo fora – o que só foi conseguido, através do extraordinário mérito, da batuta de um brasileiro e duas dúzias de portugueses na selecção de futebol?
13 – Não vos parece caros leitores que algo de parecido, com a dita especulação dos preços do petróleo se está a desenvolver em relação ao “não” da Irlanda, – em termos de interesses de poder político-económico-financeiro dos 27 e próximos aderentes, - o que parece ser intuído por Durão Barroso quando declarou?
– Le Monde, 21 juin 2008, «Je pense qu´il serait tout à fait inconcevable qu´un gouvernement signe un traité et ne tente pas de le ratifier».
14 – Porto, 23 Jun 2008 (Lusa) - O ex-líder do PSD, Luís Filipe Menezes, escusou-se hoje a fazer qualquer comentário sobre a situação interna do partido, na sequência do congresso que terminou domingo, reafirmando a intenção de manter o silêncio até às eleições legislativas de 2009.
– Não será esta uma irreverente atitude de “mau perdedor” no momento tão importante para “o contar das espingardas” de unificação do PSD?
(*) Coronel de Cavalaria
EDITORIAL
Temas e Debates
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EU POSSO, TU PODES, MAS ELE NÃO

(*) Belmiro Vieira
O negócio com armas é um fenómeno quotidiano e envolve praticamente todo o Mundo, onde há quem as fabrica e vende e quem as compra, para eventualmente as utilizar ou apenas para as ter disponíveis.
Certo que há determinados tipos de armas cuja venda se mantém sob regime de controlo; e há outras, como as chamadas armas atómicas, que, devido ao seu grande poder destrutivo (caso de Hiroxima e Nagasaki), têm o seu fabrico proibido e utilização negada em absoluto.
O que não quer dizer que não haja hoje quem as fabrique e armazene, mais para gerar medo aos outros do que propriamente para as utilizar.
Como é do domínio público, todos ou quase todos os países do Mundo dispõem de forças armadas (exército, marinha, aviação, polícias, etc) que se constituem com vista a garantir eventuais tarefas de defesa e segurança dos respectivos territórios e populações.
De entre eles, há os que as fabricam directamente e outros que, não tendo possibilidade de as fabricar, as adquirem no Exterior, sem qualquer espécie de limitação senão as que resulta de possibilidades financeiras próprias.
Assim sendo, não se compreende a barulheira infernal que se fez, tanto lá fora como cá dentro, quando se soube que um barco chinês havia tentado ancorar em alguns portos de países do extremo sul do continente africano, para descarregar as armas, compradas ao governo de Pequim ou por este oferecidas ao Zimbabwe, um país dessa região africana que, como se sabe, não dispõe de portos próprios.
Perante tamanho alarido, a questão que nos ocorre colocar é esta:
– porquê essa atitude discriminatória em relação ao Zimbabwe um país independente e com direito portanto a ter forças armadas e policiais próprias;
e que, pelo facto de estar actualmente na extrema penúria em termos económico-financeiros, não pode constituir uma ameaça para ninguém.
– Porquê?
A resposta, para nós, não é difícil de ser encontrada.
Tudo indicia que se trata de mais uma acção de propaganda anti-Zimbabwe com presumível origem em Londres.
Campanha que, como se sabe, teve origem no facto de o presidente zimbabweno, Robert Mugabe, ter, pouco depois da sua investidura, publicado uma lei pela qual foram expropriadas, aos cidadãos britânicos residentes no país, as propriedades agrícolas que, durante o período colonial, haviam sido retiradas aos nativos, seus proprietários, e entregues a súbditos britânicos que viviam na vizinha África do Sul.
Essa medida teve como consequência o boicote – deixar de comprar ou vender os seus produtos no Exterior para fazer guerra económica – ao Zimbabwe.
Contrariamente ao que sucedia no território, ao tempo chamado Rodésia, exemplo de extraordinária vivência das suas populações.
Actualmente essa hostilidade publicitária contra o Zimbabwe e Mugabe tem sido, como se sabe, perfilhada por alguns governos europeus, assim como pelos “States”, que não morrem de amores por uma África em paz e progresso.
A posição do governo português sobre este caso, agora tão badalado, não é conhecida.
Mas nós, enquanto cidadãos com direito a ter opinião própria, entendemos que, antes de tudo, haverá que fazer um apelo à História e relembrar o que ela regista:
– o Ultimato de 1870;
– o acordo que, em 1938, o primeiro-ministro britânico Chamberlain foi propor a Adolfo Hitler – segundo o qual, desde que o furher se comprometesse a atacar a então União Soviética, para destruir o regime comunista – veria o seu país ser reconduzido à condição de potência colonial, com a oferta de duas colónias em África:
– Angola, então sob a soberania de Portugal
– Congo, na posse da Bélgica.
(*) Jornalista
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MISCELÂNEA (I)

(*) Mendonça Júnior
Tem esta epígrafe coligir escritos, em termos de perguntas à publicitação de opiniões, de acordo com o devido respeito pela nossa actual vivência democrática.
1 – Será que o
Tratado de Lisboa foi elaborado pelo actual respeito do sagrado princípio da democracia quando a
Irlanda – em termos de ditadura e após ter recebido enormes ajudas financeiras da União Europeia – se sobrepõe à maioria?
2 – Como se pode classificar o
Tratado de Lisboa “morto” antes de seis meses do seu nascimento?
3 – Como foi possível a
Durão Barroso declarar o velório do Tratado de Lisboa, pela não existência de um
“plano B”, que só teria validade em Janeiro de 2009 como estava previsto?.
4 – Não será possível considerar o actual
Tratado de Lisboa como um “rascunho” e como tal sujeito a uma
“real rectificação a homologar em tempo” pelos membros da União Europeia?
5 – Será que
Paulo Portas contribuiu para atenuar a actual crise mundial – em que Portugal também está abrangido – quando em pleno debate na
Assembleia da Republica perguntou ao primeiro-ministro o que fará quando os taxistas e os agricultores resolverem proceder como os das últimas destabilizantes manifestações populares – com pesados reflexos para a maioria dos portugueses – após as mesmas terem terminado em notável consenso entre os seus sindicatos e o governo?
6 – Não terá sido também enaltecido pelos Abrilistas a actual
Bandeira e o
Hino conjuntamente com
Raça nas comemorações do
10 de Junho?
7 – Como classificar a publicitação do
Correio da Manhã quando na sua edição de 13/06/08 publicou na primeira página:
SAÍDA DE SCOLARI TRAI JOGADORES?
8 – Não será correcto responsabilizar
Madail, como o primeiro responsável pela saída de
Scolari quando disse que só o contrataria depois dos resultados do Euro-Europeu – deixando-o na dúvida – quando poderia obter chorudas mais valias financeiras de outros?
(*) Coronel de Cavalaria
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???COMO DIZER!!!

(*) José Pegado
Para cumprir esta tarefa devo começar por procurar na palavra relatividade – não a da teoria supostamente atribuída a Albert Einstein – a medida de conhecimento necessária para comparar, porque tanto mal-dizer como bem-dizer são necessariamente frutos de uma reflexão comparativa.
Comparar pressupõe a existência e conhecimento de situações geralmente distanciadas em tempo e espaço e pressupõe não só uma memória analítica como também em termos de comparação.
MAL-DIZER: é coisa fácil!
Os temas são abundantes e mal-dizer sempre se praticou com a maior das liberdades tanto em encontros fortuitos quando as coisas nos correm contra-maré como quando perante uma maior plateia somos pagos para ocorrências da semana.
Mal-dizer é como que uma válvula de escape quando nada mais resta fazer para corrigir o que achamos mal e quando de voz alta exigimos que alguém mais assuma os trabalhos de correcção.
BEM-DIZER: é coisa difícil?
No entanto, acordei esta manhã cedo e como sempre bem disposto e logo prometi que iria hoje mesmo dedicar algumas linhas à nobre arte do bem-dizer.
Bem-dizer não é fácil, desde logo porque a escolha de temas merecedores de tal honraria obriga não só a uma procura cansativa como também a uma luta para alcançar e manter um estado de espírito que inegavelmente contraria a natureza humana, onde quer que ela se encontre.
Os temas hoje resumem-se ao bem-dizer das coisas portuguesas e devo confessar que me sinto muito à vontade pois uma lista concentrada na alimentação, onde realmente ainda somos excepcionais, me dá tempo para procurar outras coisas:
– As laranjas, as peras rocha, as nêsperas, a cebola e o tomate maduro
– O carapau miúdo e as sardinhas em Julho
– O azeite, o pão e o chouriço
– A couve, a nabiça e as sopas
–
– A Antena Dois
– A Maria João Pires
– Um satélite que nos dá acesso à programação Mezzo.
–
Os nossos vizinhos do outro lado da estrada:
– Gente simples mas não ignorante
– Gente honesta e preocupada com as coisas da natureza
– Gente que nos ajuda e que tem a sabedoria de não recusar a nossa
– Gente que nos ensina coisas da terra
– Gente que tem a curiosidade para aprender coisas lá de fora
– Gente sem a qual viver no voluntário isolamento do nosso monte seria bem mais difícil.
(*) Engenheiro Electromecânico formado no IST, em Lisboa; e na Universidade de KYH em Estocolmo.
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O TEMPO

(*) José Pegado
Medimos hoje o tempo de diferentes maneiras e com diferentes objectivos e preocupações.
O TEMPLO QUE CORRE...
Para recordistas de 100 metros que correm a mais de 36 km/h ou para esquiadores de descidas superinclinadas de montanha que se deslocam a mais de 100 km/h o tempo que interessa mede-se em centésimos de segundo.
Para outros mais mortais trata-se de enquadramentos em horas e minutos e há também quem não se preocupe com tais preciosismos e viva perfeitamente satisfeito levantando os olhos para o sol para saber a quantos anda, isto é no pressuposto que se veja o sol.
Quem não tem sol inventa um relógio e a partir daí começam os sarilhos.
Os madrugadores que por volta das quatro da tarde sabem que já trabalharam mais do que oito horas e que são horas de almoço tarde ou jantar cedo e os outros que por essas horas acabaram de despertar depois de uma longa noitada, e que coitados ainda não refeitos para enfrentar a sessão nocturna do novo dia, são incomodados para ocupar um lugar no banco de escola ou para actividades inventadas pelos madrugadores.
A invenção Tempo ocorreu nos primórdios da humanidade quando alguns descobriram que o conceito Tempo só tinha significado quando ligado ao conceito divisão de tempo, e quando na linha fluida da sua passagem, o que mais interessava era sobre tal linha colocar marcos e divisórias.
Mediam-se distâncias entre lugares com a três dias de viagem ou seja entre três nascentes do sol.
O tempo bem que existia não se interessa por nós, somos nós que o inventamos.
Tanto os nórdicos como os anglo-saxões, ao contrário dos latinos, usam palavras diferentes quando falam do tempo que passa e quando falam do tempo que faz.
Será esta uma expressão da diferente preocupação com o uso e valor do tempo entre uns e outros?
Mas nas origens agrícolas de todos os povos e independentemente da sua situação geográfica, climática ou cultural o tempo decorre e o tempo que faz foi sempre de grande importância para saber quando semear, quando colher e quanto tempo entre os marcos dos ciclos de vida.
Contudo os dois tempos aparecem relacionados em ambos os seus significados.
Com a acumulada observação dos fenómenos naturais e das suas interligações nasceram os dias como o tempo decorrido entre dois consecutivos nasceres do sol, o mês por observação da lua, a semana por divisão segundo as fases da lua e o ano por duas iguais passagens do sol.
O relógio e o calendário aparecem ambos intimamente ligados à actividade agrícola.
Um outro aspecto do conceito tempo aparece ligado às observações dos limites de existência para plantas, animais e humanos.
Ocorre assim o conceito idade acompanhado das observações sobre tudo aquilo que decorre entre o nascer e morrer.
Nos humanos, às forças sobrenaturais da Natureza, impõe-se uma doutrina de conceitos espirituais sobre criação, divindade, religiosidade e meios de comunicação entre vivos e mortos.
O ciclo de vida pode terminar por diferentes razões: acidente, doença, desgaste…
Mas o resultado final parece não oferecer dúvidas ou opções, é a morte.
O TEMPO QUE FAZ...
Sempre teve grande importância para quem pode e sabe precaver-se contra ele, o que já em si parece indicar haver uma constante e interminável obsessão em saber se chove, se faz frio, se está muito calor.
Estou muito inclinado em acreditar que esta preocupação com o tempo que faz sempre afectou o bicho homem desde que se viu sem penugem de protecção e teve de inventar roupa e chapéu.
Assim, por exemplo no inverno, há que ajuizar comparativamente aos incómodos resultantes da existência de neve, gelo e temperaturas abaixo de zero dos países do Norte ao das costas do Atlântico ao Sul quando fustigadas por temporais e saturadas de humidade.
Uma humidade que sem convite nos entra dentro de casa e por dentro da roupa.
Com a humidade aumenta de tal modo a sensação de frio que chegamos a preferir 10 abaixo de zero na Suécia aos 10 acima de um típico inverno em Portugal.
O tempo que agora faz é diferente… faz o que quer e não se importa com o que a gente pensa…
(*) Engenheiro Electromecânico formado no IST, em Lisboa; e na Universidade de KYH em Estocolmo.
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CAROS LEITORES

(*) José Pegado
Crónicas em Português sobre assuntos sócio-políticos têm surgido com mais assiduidade desde o dia em que recebi uma recepção favorável.
Anteriormente escrevia sobre estes temas porém quase sempre em Sueco ou Inglês, dado que não esperava grande ou entusiástico acolhimento, para este género e classe de opiniões, por parte nem da família cá residente nem dos meus amigos Portugueses.
Somos um país de fracos recursos naturais e humanos que estão não só à vista como também andam por aí à solta sem que algum dos chamados Representantes Gestores da Nação se dê ao trabalho de inventar um objectivo nacional capaz de acordar e de reunir forças contra o individualismo ignorante e inconsciente do Povo.
Para reunir forças, que eu me lembre, só um brasileiro que, por ocasião do Mundial de Futebol de 2006, conseguiu contagiar de entusiasmo toda a população e lhes disse que tínhamos uma bandeira e um hino nacional.
O Objectivo Nacional a que me refiro é outro, por certo menos sonoro, porém um de Sobrevivência:
Alfabetizar, profissionalizar e desenvolver espírito de responsabilidade seriam componentes essenciais de um tal objectivo.
Temos em Portugal amigos, pessoas de quem gostamos e respeitamos, mas exceptuando a euforia de uns dias quentes e de céus límpidos e azuis e ainda de alguns bons pratos resta-nos quase sempre o amargo de um Povo que pouco sabe e faz más escolhas e de uma Nação nem sempre bem dirigida.
Termino com uma pergunta e uma constatação:
– Porque será que a maioria dos Portugueses gostam que se critique o Estado da Nação?
– Porque será que a maioria dos Portugueses gostariam, em nome da justiça e da moralidade, ser exigido um mais apertado escrutínio dos bens, visíveis e invisíveis, dos elementos de alguns profissionais!
(*) Engenheiro Electromecânico formado no IST, em Lisboa; e na Universidade de KYH em Estocolmo.
Casa da Fonte – Catifarras CP 543
7555-030 CERCAL (Portugal)
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UM MISTÉRIO POR DESVENDAR

(*) Belmiro Vieira
Pobre Europa!
Depois de, nos últimos anos, ter perdido tantas coisas de importância vital (império colonial, poder económico, influência no campo político mundial, etc) vê ela agora desaparecer a estabilidade em termos climáticos que permitia outrora aos seus cidadãos conhecer, com certo rigor, quando seria a Primavera ou o Verão, o Inverno ou o Outono, para, deste modo, e por exemplo, saber estar em casa ou sair à rua, programar as férias anuais, vestir-se quotidianamente, etc, etc…
Mas, como é fácil de entender, a instabilidade climática não afecta apenas as pessoas no seu comportamento quotidiano, mas igualmente atinge e de forma mortífera os sectores produtivos de bens alimentares, como a agricultura e a pesca.
Neste particular, o começo do ano em curso foi um autêntico inferno para a maioria dos países europeus (Portugal inclusive), onde chuvas torrenciais, vagas de frio, e ventos ciclónicos se fizeram sentir até há poucos dias, devastando tanto campos como cidades, destruindo inúmeras pontes e estradas e também casas, mandando para o outro mundo centenas de pessoas, e deixando muitos dos sobreviventes na extrema penúria.
Perante isso tudo, uma pergunta ocorre fazer:
o que explica afinal essa súbita alteração climática neste nosso agora desafortunado continente?
Na opinião expressa por um grupo de investigadores italianos, especializado na análise de fenómenos que têm a ver com o meteo, tudo resultou do facto de a atmosfera da região vizinha do Polo Norte ter sido “bombardeada” com produtos químicos, que fizeram disparar vagas sucessivas de ar frio e húmido em direcção ao continente europeu, sobretudo na sua parte mais ocidental.
Não se sabe bem se se tratou de uma experiência científica que resultou mal porque foi impossível controla-la ou se antes houve intenção de empobrecer a Europa, para a tornar mais dependente.
Será?
(*) Jornalista